O tempo dos golfinhos
Troia era um festival à parte no escasso roteiro anual português. Porque se passava ali, com a praia ao lado, restaurantes de primeira água perigosamente próximos e (quase sempre) bom tempo. Com a agravante de se dar nesta altura crítica em que está tudo farto do Inverno e os primeiros calores do verão se fazem sentir de forma, bom, particularmente bem vinda. Não sei se este cocktail explosivo de atractivos extra-filmes foi pensado de propósito desde o início, mas se foi, que não lhes doam as mãos nem lhes pese a consciência


